Uso de telas na infância: por que não?

O tempo máximo diário deve ser limitado a duas horas.

Menores de dois anos podem sofrer sérios danos neurológicos e cognitivos. Além disso, o excesso de exposição às telas na infância pode causar obesidade e Diabetes infantil, distúrbios do sono, além de afetar a atenção, o rendimento escolar e as relações sociais.

O uso de telas na infância pode prejudicar diversas áreas do desenvolvimento e aprendizado. Assim, limitar só traz benefícios. Além disso, até os dois anos de idade não é recomendada a exposição a televisão, tablets e celulares, sob sério risco de danos neurológicos e cognitivos.

Entre dois e cinco anos o tempo máximo de exposição ideal é de uma hora por dia. Essa é a recomendação da Sociedade Americana de Pediatria. Jogos eletrônicos e desenhos (mesmo os considerados educativos) podem afetar a linguagem, as habilidades cognitivas, além de causar agitação e irritabilidade.

 

E não é só isso…

 

Não é incomum que o uso de telas esteja associada ao sedentarismo, aumentando o risco de obesidade e Diabetes infantil, afetar a qualidade do sono, a atenção, o rendimento escolar e as relações sociais.

É verdade que não conceder o acesso às telas, hoje em dia, é praticamente impossível, mas o limite deve ser um balizador. Portanto, estabelecer regras e quantidade de tempo, além de estimular a criança a praticar atividades físicas, sociais e ao ar livre, intercaladas ao uso, pode ser bastante benéfico.

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